Nosso único
objetivo é ajudar aqueles que buscam aprender como andar nos caminhos do Eterno
a luz do Mashiah.
O dia de
descanso
Por este
preceito somos ordenados a renunciar a toda a produção de nossas terras no ano
do Shabat e a permitir que qualquer pessoa recolha tudo o que cresce em nossos
campos
Maimônides in Os 613 mandamentos
Os Dez
Mandamentos, na forma das tábuas da lei concedidas a Moisés no Monte Sinai
durante a peregrinação de 40 anos no deserto a caminho da Terra Prometida,
fazem referência direta ao Shabat. O quarto mandamento determina que o sábado
seja um dia santificado.
Diz o texto bíblico que Deus criou o mundo em seis dias e, no sétimo,
descansou. No sábado, que significa “cessar de trabalhar”, deve-se reservar o
dia, além das orações, para tarefas que não estejam relacionadas ao trabalho ou
a ganhos financeiros.
O Shabat é, portanto, um dia festivo por completar um ciclo da criação do
mundo, que, nas sociedades modernas, corresponde à semana de trabalho. O dia do
Shabat, assim como todos os dias, para os judeus, tem início na véspera. As
celebrações e restrições começam ao pôr-do-sol da sexta-feira e se estendem até
o anoitecer do sábado.
As congregações liberais realizam três cerimônias importantes: o Cabalat
Sha-bat, a cerimônia de Shabat e a Havdalá.
Nas sextas-feiras à noite, as pessoas se reúnem nas sinagogas para o Cabalat
Shabat (“recepção do Shabat”), quando são recitadas orações para saudar o dia
sagrado do descanso. As congregações liberais foram as primeiras a incluir
nesta cerimônia o acompanhamento musical, com instrumentos como flauta e piano,
além da participação de coral litúrgico. Hoje em dia há serviços
religiosos acompanhados também de instrumentos de corda e percussão, dando ao
Shabat uma conotação mais festiva.
É costume cantar músicas alegres, como Lechá Dodi, quando todos na sinagoga se
levantam e se viram para a entrada, dando ao Shabat importância equivalente ao
encontro entre os noivos no dia do casamento.
Lechá
dodi licrát calá pnê Shabat necabelá.
Venha, meu amado, ao encontro da noiva, vamos dar as boas vindas ao Shabat.
Após a
cerimônia de Cabalat Shabat e Arvit de Shabat, as famílias se reúnem em casa
para jantar. Antes, deve ser recitado o kidush, com uma taça de vinho.
Iom
hashishi
Vaichulu hashamáim vehaaretz vechol tsevaám. Vaichal E-lo-him, baiom
hashevií, melachtô asher assá, vaishbot baiom hashevií micol melachtô asher
assá. Vaivárech E-lo-him et iom hashevií, vaicadêsh otô, ki vo shavát micol
melachtô, asher bará E-lo-him laassot.
Savri chaverai
Baruch Atá A-do-nai, Elohênu Mélech haolam, borê peri hagáfen.
Baruch Atá A-do-nai, Elohênu Mélech haolam, asher kideshánu bemitsvotav,
verátsa bánu, ve’Shabat codshô beahavá uveratson hinchilánu, zicaron lemaassê
vereshit; (ki hu iom) techilá lemicraê códesh, zêcher litsiat Mitsráim. Ki vánu
vachárta, veotánu kidáshta micol haamim, ve’Shabat codshechá, beahavá uveratson
hinchaltánu. Baruch Atá A-do-nai, mecadesh ha’Shabat.
No sexto
dia foram terminados os céus e a Terra e todo o seu exército. Deus concluiu, no
sétimo dia, a obra que fez, e descansou no sétimo dia de toda obra que fez.
Deus abençoou o sétimo dia e o santificou, pois nele descansou de toda Sua obra
que Deus criou para [o ser humano] realizar.
Atenção, meus amigos:
Bendito sejas Tu, Eterno, nosso Deus, Rei do Universo, Criador do fruto da
vinha.
Bendito sejas Tu, Eterno, nosso Deus, Rei do Universo, que nos santificou com
Tuas mitzvot (mandamentos) e em nós encontrou agrado, e com amor e agrado nos
deu Seu Shabat sagrado, para lembrar a obra da Criação; pois ele é a primeira
das sagradas convocações, em recordação da saída do Egito. Porque Tu nos
escolheste e nos santificaste dentre todos os povos, e Teu Shabat sagrado, com
amor e agrado, nos deste. Bendito sejas Tu, Eterno, que santificas o Shabat.
Ainda
antes da refeição, segurando duas chalot (pães trançados, veja receita), recita-se
a seguinte bênção:
Baruch
Atá Adonai, Elohênu Mélech haolam, hamotsi léchem min haárets.
Bendito és Tu, Eterno, nosso Deus, Rei do Universo, que faz surgir o pão da
terra.
Ainda na
sexta-feira, antes mesmo de ir à sinagoga, as mulheres judias (os homens também
podem fazê-lo) acendem as velas de Shabat quando chega o anoitecer, dando
início ao dia sagrado de descanso. Como o horário de pôr-do-sol varia, o
momento de acender as velas também não é fixo. As congregações judaicas
costumam divulgar calendários com os horários corretos (às vezes, por costume,
18 minutos antes do pôr-do-sol). No entanto, com a correria do dia-a-dia
contemporâneo, o judaísmo progressista (à exceção do movimento conservador)
aceita que as velas de Shabat sejam acesas em outro horário.
Cobrindo os olhos, após acender as velas, recita-se a seguinte bênção:
Baruch
Atá Adonai, Elohênu Mêlech haolam, asher kideshánu bemitsvotav, vetsivánu
lehadlic ner shel shabat.
Bendito sejas Tu, Eterno, nosso Deus, Rei do Universo, que nos santificaste com
as Tuas mitzvot (mandamentos) e nos ordenaste acender a vela de Shabat.
Leitura
da Torá
No sábado pela manhã é realizada a cerimônia de shacharit de Shabat nas
sinagogas. Nesta ocasião é feita a leitura do trecho semanal da Torá,
denominado Parashat Hashavua. Neste dia, é considerada uma honra para as
pessoas o fato de serem chamadas à bimá, o púlpito, para ler a Torá.
A leitura da Torá, embora em geral seja feita pelo shalíach tsibur (oficiante
do serviço religioso) ou pelo chazan (cantor litúrgico), pode estar a cargo de
outros membros da comunidade. A pessoa chamada recita as bênçãos apropriadas no
início e no final da leitura.
Nas congregações liberais, no dia do seu bar mitzvá (a maioridade religiosa),
os jovens judeus que completam 13 anos – e, em diversas comunidades, no
dia do bat mitzvá das jovens que completam 12 anos – lêem, na cerimônia de
Shabat, diretamente dos rolos da Torá.
Também é lida a Haftará, trechos dos livros dos Profetas (Neviim) relacionados
à própria parashá. Tal costume começou à época da revolta dos Macabeus (veja a
festa de Lag Baómer), quando os judeus foram proibidos de ler a Torá. Para não
deixar de fazer as orações, os líderes religiosos decidiram recitar trechos de
outros livros que tivessem alguma relação com as parashiot.
Havdalá
A palavra significa “divisão” e indica a separação simbólica entre o Shabat e a
semana que está começando, ao anoitecer do sábado. Segundo a tradição, a
comunidade se reúne na sinagoga para fazer a bênção com um cálice de vinho, um
recipiente com especiarias e uma vela colorida trançada. A vela simboliza a
luz, justamente a criação de Deus no primeiro dia, de acordo com o texto
bíblico. A cerimônia de Havdalá dá início ao novo ciclo da semana. O vinho, ao
transbordar, representa a esperança de uma boa semana. As especiarias nos
lembram do aroma espiritual do Shabat.
Por este
preceito somos ordenados a renunciar a toda a produção de nossas terras no ano
do Shabat e a permitir que qualquer pessoa recolha tudo o que cresce em nossos
campos
Maimônides in Os 613 mandamentos
Os Dez
Mandamentos, na forma das tábuas da lei concedidas a Moisés no Monte Sinai
durante a peregrinação de 40 anos no deserto a caminho da Terra Prometida,
fazem referência direta ao Shabat. O quarto mandamento determina que o sábado
seja um dia santificado.
Diz o texto bíblico que Deus criou o mundo em seis dias e, no sétimo,
descansou. No sábado, que significa “cessar de trabalhar”, deve-se reservar o
dia, além das orações, para tarefas que não estejam relacionadas ao trabalho ou
a ganhos financeiros.
O Shabat é, portanto, um dia festivo por completar um ciclo da criação do
mundo, que, nas sociedades modernas, corresponde à semana de trabalho. O dia do
Shabat, assim como todos os dias, para os judeus, tem início na véspera. As
celebrações e restrições começam ao pôr-do-sol da sexta-feira e se estendem até
o anoitecer do sábado.
As congregações liberais realizam três cerimônias importantes: o Cabalat
Sha-bat, a cerimônia de Shabat e a Havdalá.
Nas sextas-feiras à noite, as pessoas se reúnem nas sinagogas para o Cabalat
Shabat (“recepção do Shabat”), quando são recitadas orações para saudar o dia
sagrado do descanso. As congregações liberais foram as primeiras a incluir
nesta cerimônia o acompanhamento musical, com instrumentos como flauta e piano,
além da participação de coral litúrgico. Hoje em dia há serviços
religiosos acompanhados também de instrumentos de corda e percussão, dando ao
Shabat uma conotação mais festiva.
É costume cantar músicas alegres, como Lechá Dodi, quando todos na sinagoga se
levantam e se viram para a entrada, dando ao Shabat importância equivalente ao
encontro entre os noivos no dia do casamento.
Lechá
dodi licrát calá pnê Shabat necabelá.
Venha, meu amado, ao encontro da noiva, vamos dar as boas vindas ao Shabat.
Após a
cerimônia de Cabalat Shabat e Arvit de Shabat, as famílias se reúnem em casa
para jantar. Antes, deve ser recitado o kidush, com uma taça de vinho.
Iom
hashishi
Vaichulu hashamáim vehaaretz vechol tsevaám. Vaichal E-lo-him, baiom hashevií,
melachtô asher assá, vaishbot baiom hashevií micol melachtô asher assá.
Vaivárech E-lo-him et iom hashevií, vaicadêsh otô, ki vo shavát micol melachtô,
asher bará E-lo-him laassot.
Savri chaverai
Baruch Atá A-do-nai, Elohênu Mélech haolam, borê peri hagáfen.
Baruch Atá A-do-nai, Elohênu Mélech haolam, asher kideshánu bemitsvotav,
verátsa bánu, ve’Shabat codshô beahavá uveratson hinchilánu, zicaron lemaassê
vereshit; (ki hu iom) techilá lemicraê códesh, zêcher litsiat Mitsráim. Ki vánu
vachárta, veotánu kidáshta micol haamim, ve’Shabat codshechá, beahavá uveratson
hinchaltánu. Baruch Atá A-do-nai, mecadesh ha’Shabat.
No sexto
dia foram terminados os céus e a Terra e todo o seu exército. Deus concluiu, no
sétimo dia, a obra que fez, e descansou no sétimo dia de toda obra que fez.
Deus abençoou o sétimo dia e o santificou, pois nele descansou de toda Sua obra
que Deus criou para [o ser humano] realizar.
Atenção, meus amigos:
Bendito sejas Tu, Eterno, nosso Deus, Rei do Universo, Criador do fruto da
vinha.
Bendito sejas Tu, Eterno, nosso Deus, Rei do Universo, que nos santificou com
Tuas mitzvot (mandamentos) e em nós encontrou agrado, e com amor e agrado nos
deu Seu Shabat sagrado, para lembrar a obra da Criação; pois ele é a primeira
das sagradas convocações, em recordação da saída do Egito. Porque Tu nos
escolheste e nos santificaste dentre todos os povos, e Teu Shabat sagrado, com
amor e agrado, nos deste. Bendito sejas Tu, Eterno, que santificas o Shabat.
Ainda
antes da refeição, segurando duas chalot (pães trançados, veja receita),
recita-se a seguinte bênção:
Baruch
Atá Adonai, Elohênu Mélech haolam, hamotsi léchem min haárets.
Bendito és Tu, Eterno, nosso Deus, Rei do Universo, que faz surgir o pão da
terra.
Ainda na
sexta-feira, antes mesmo de ir à sinagoga, as mulheres judias (os homens também
podem fazê-lo) acendem as velas de Shabat quando chega o anoitecer, dando
início ao dia sagrado de descanso. Como o horário de pôr-do-sol varia, o
momento de acender as velas também não é fixo. As congregações judaicas
costumam divulgar calendários com os horários corretos (às vezes, por costume,
18 minutos antes do pôr-do-sol). No entanto, com a correria do dia-a-dia
contemporâneo, o judaísmo progressista (à exceção do movimento conservador)
aceita que as velas de Shabat sejam acesas em outro horário.
Cobrindo os olhos, após acender as velas, recita-se a seguinte bênção:
Baruch
Atá Adonai, Elohênu Mêlech haolam, asher kideshánu bemitsvotav, vetsivánu
lehadlic ner shel shabat.
Bendito sejas Tu, Eterno, nosso Deus, Rei do Universo, que nos santificaste com
as Tuas mitzvot (mandamentos) e nos ordenaste acender a vela de Shabat.
Leitura
da Torá
No sábado pela manhã é realizada a cerimônia de shacharit de Shabat nas
sinagogas. Nesta ocasião é feita a leitura do trecho semanal da Torá,
denominado Parashat Hashavua. Neste dia, é considerada uma honra para as
pessoas o fato de serem chamadas à bimá, o púlpito, para ler a Torá.
A leitura da Torá, embora em geral seja feita pelo shalíach tsibur (oficiante
do serviço religioso) ou pelo chazan (cantor litúrgico), pode estar a cargo de
outros membros da comunidade. A pessoa chamada recita as bênçãos apropriadas no
início e no final da leitura.
Nas congregações liberais, no dia do seu bar mitzvá (a maioridade religiosa),
os jovens judeus que completam 13 anos – e, em diversas comunidades, no
dia do bat mitzvá das jovens que completam 12 anos – lêem, na cerimônia de
Shabat, diretamente dos rolos da Torá.
Também é lida a Haftará, trechos dos livros dos Profetas (Neviim) relacionados
à própria parashá. Tal costume começou à época da revolta dos Macabeus (veja a
festa de Lag Baómer), quando os judeus foram proibidos de ler a Torá. Para não
deixar de fazer as orações, os líderes religiosos decidiram recitar trechos de
outros livros que tivessem alguma relação com as parashiot.
Havdalá
A palavra significa “divisão” e indica a separação simbólica entre o Shabat e a
semana que está começando, ao anoitecer do sábado. Segundo a tradição, a
comunidade se reúne na sinagoga para fazer a bênção com um cálice de vinho, um
recipiente com especiarias e uma vela colorida trançada. A vela simboliza a
luz, justamente a criação de Deus no primeiro dia, de acordo com o texto
bíblico. A cerimônia de Havdalá dá início ao novo ciclo da semana. O vinho, ao
transbordar, representa a esperança de uma boa semana. As especiarias nos
lembram do aroma espiritual do Shabat.
Por este
preceito somos ordenados a renunciar a toda a produção de nossas terras no ano
do Shabat e a permitir que qualquer pessoa recolha tudo o que cresce em nossos
campos
Maimônides in Os 613 mandamentos
Os Dez
Mandamentos, na forma das tábuas da lei concedidas a Moisés no Monte Sinai
durante a peregrinação de 40 anos no deserto a caminho da Terra Prometida,
fazem referência direta ao Shabat. O quarto mandamento determina que o sábado
seja um dia santificado.
Diz o texto bíblico que Deus criou o mundo em seis dias e, no sétimo,
descansou. No sábado, que significa “cessar de trabalhar”, deve-se reservar o
dia, além das orações, para tarefas que não estejam relacionadas ao trabalho ou
a ganhos financeiros.
O Shabat é, portanto, um dia festivo por completar um ciclo da criação do
mundo, que, nas sociedades modernas, corresponde à semana de trabalho. O dia do
Shabat, assim como todos os dias, para os judeus, tem início na véspera. As
celebrações e restrições começam ao pôr-do-sol da sexta-feira e se estendem até
o anoitecer do sábado.
As congregações liberais realizam três cerimônias importantes: o Cabalat
Sha-bat, a cerimônia de Shabat e a Havdalá.
Nas sextas-feiras à noite, as pessoas se reúnem nas sinagogas para o Cabalat
Shabat (“recepção do Shabat”), quando são recitadas orações para saudar o dia
sagrado do descanso. As congregações liberais foram as primeiras a incluir
nesta cerimônia o acompanhamento musical, com instrumentos como flauta e piano,
além da participação de coral litúrgico. Hoje em dia há serviços
religiosos acompanhados também de instrumentos de corda e percussão, dando ao
Shabat uma conotação mais festiva.
É costume cantar músicas alegres, como Lechá Dodi, quando todos na sinagoga se
levantam e se viram para a entrada, dando ao Shabat importância equivalente ao
encontro entre os noivos no dia do casamento.
Lechá
dodi licrát calá pnê Shabat necabelá.
Venha, meu amado, ao encontro da noiva, vamos dar as boas vindas ao Shabat.
Após a
cerimônia de Cabalat Shabat e Arvit de Shabat, as famílias se reúnem em casa
para jantar. Antes, deve ser recitado o kidush, com uma taça de vinho.
Iom
hashishi
Vaichulu hashamáim vehaaretz vechol tsevaám. Vaichal E-lo-him, baiom
hashevií, melachtô asher assá, vaishbot baiom hashevií micol melachtô asher
assá. Vaivárech E-lo-him et iom hashevií, vaicadêsh otô, ki vo shavát micol
melachtô, asher bará E-lo-him laassot.
Savri chaverai
Baruch Atá A-do-nai, Elohênu Mélech haolam, borê peri hagáfen.
Baruch Atá A-do-nai, Elohênu Mélech haolam, asher kideshánu bemitsvotav,
verátsa bánu, ve’Shabat codshô beahavá uveratson hinchilánu, zicaron lemaassê
vereshit; (ki hu iom) techilá lemicraê códesh, zêcher litsiat Mitsráim. Ki vánu
vachárta, veotánu kidáshta micol haamim, ve’Shabat codshechá, beahavá uveratson
hinchaltánu. Baruch Atá A-do-nai, mecadesh ha’Shabat.
No sexto
dia foram terminados os céus e a Terra e todo o seu exército. Deus concluiu, no
sétimo dia, a obra que fez, e descansou no sétimo dia de toda obra que fez.
Deus abençoou o sétimo dia e o santificou, pois nele descansou de toda Sua obra
que Deus criou para [o ser humano] realizar.
Atenção, meus amigos:
Bendito sejas Tu, Eterno, nosso Deus, Rei do Universo, Criador do fruto da
vinha.
Bendito sejas Tu, Eterno, nosso Deus, Rei do Universo, que nos santificou com
Tuas mitzvot (mandamentos) e em nós encontrou agrado, e com amor e agrado nos
deu Seu Shabat sagrado, para lembrar a obra da Criação; pois ele é a primeira
das sagradas convocações, em recordação da saída do Egito. Porque Tu nos
escolheste e nos santificaste dentre todos os povos, e Teu Shabat sagrado, com
amor e agrado, nos deste. Bendito sejas Tu, Eterno, que santificas o Shabat.
Ainda
antes da refeição, segurando duas chalot (pães trançados, veja receita),
recita-se a seguinte bênção:
Baruch
Atá Adonai, Elohênu Mélech haolam, hamotsi léchem min haárets.
Bendito és Tu, Eterno, nosso Deus, Rei do Universo, que faz surgir o pão da
terra.
Ainda na
sexta-feira, antes mesmo de ir à sinagoga, as mulheres judias (os homens também
podem fazê-lo) acendem as velas de Shabat quando chega o anoitecer, dando
início ao dia sagrado de descanso. Como o horário de pôr-do-sol varia, o
momento de acender as velas também não é fixo. As congregações judaicas
costumam divulgar calendários com os horários corretos (às vezes, por costume,
18 minutos antes do pôr-do-sol). No entanto, com a correria do dia-a-dia
contemporâneo, o judaísmo progressista (à exceção do movimento conservador)
aceita que as velas de Shabat sejam acesas em outro horário.
Cobrindo os olhos, após acender as velas, recita-se a seguinte bênção:
Baruch
Atá Adonai, Elohênu Mêlech haolam, asher kideshánu bemitsvotav, vetsivánu
lehadlic ner shel shabat.
Bendito sejas Tu, Eterno, nosso Deus, Rei do Universo, que nos santificaste com
as Tuas mitzvot (mandamentos) e nos ordenaste acender a vela de Shabat.
Leitura
da Torá
No sábado pela manhã é realizada a cerimônia de shacharit de Shabat nas
sinagogas. Nesta ocasião é feita a leitura do trecho semanal da Torá,
denominado Parashat Hashavua. Neste dia, é considerada uma honra para as
pessoas o fato de serem chamadas à bimá, o púlpito, para ler a Torá.
A leitura da Torá, embora em geral seja feita pelo shalíach tsibur (oficiante
do serviço religioso) ou pelo chazan (cantor litúrgico), pode estar a cargo de
outros membros da comunidade. A pessoa chamada recita as bênçãos apropriadas no
início e no final da leitura.
Nas congregações liberais, no dia do seu bar mitzvá (a maioridade religiosa),
os jovens judeus que completam 13 anos – e, em diversas comunidades, no
dia do bat mitzvá das jovens que completam 12 anos – lêem, na cerimônia de
Shabat, diretamente dos rolos da Torá.
Também é lida a Haftará, trechos dos livros dos Profetas (Neviim) relacionados
à própria parashá. Tal costume começou à época da revolta dos Macabeus (veja a
festa de Lag Baómer), quando os judeus foram proibidos de ler a Torá. Para não
deixar de fazer as orações, os líderes religiosos decidiram recitar trechos de
outros livros que tivessem alguma relação com as parashiot.
Havdalá
A palavra significa “divisão” e indica a separação simbólica entre o Shabat e a
semana que está começando, ao anoitecer do sábado. Segundo a tradição, a
comunidade se reúne na sinagoga para fazer a bênção com um cálice de vinho, um
recipiente com especiarias e uma vela colorida trançada. A vela simboliza a
luz, justamente a criação de Deus no primeiro dia, de acordo com o texto bíblico.
A cerimônia de Havdalá dá início ao novo ciclo da semana. O vinho, ao
transbordar, representa a esperança de uma boa semana. As especiarias nos
lembram do aroma espiritual do Shabat.
De onde foi extraído.
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