quarta-feira, 14 de junho de 2017

FLAVIO JOSEFO CITA YESHUA (JESUS) NA SUA OBRA

Trechos tirados do livro a história dos hebreus, sem corte ou alterações.


Capítulo 4

Revolta dos judeus contra Pilatos, governador da Judéia, por ter feito entrar em Jerusalém as bandeiras, que traziam a imagem do imperador.

770.  Pilatos, governador da Judéia, enviou dos quartéis de inverno de Cesaréia a Jerusalém tropas que traziam em seus estandartes a imagem do imperador, o que é tão contrário às nossas leis que nenhum outro governador antes dele o fizera. As tropas entraram de noite, e por isso apenas no dia seguinte é que se percebeu. Imediatamente os judeus foram em grande número procurar Pilatos em Cesaréia e durante vários dias rogaram-lhe que removesse aqueles estandar­tes. Ele negou o pedido, dizendo que não o poderia fazer sem ofender o impera­dor. Mas como eles continuavam a insistir, ordenou aos seus soldados, no sétimo dia, que secretamente se conservassem em armas e subiu em seguida ao tribunal que mandara erguer de propósito no local dos exercícios públicos, porque era o lugar mais apropriado para escondê-los.
Os judeus, porém, insistiam no pedido. Ele então deu o sinal aos soldados, que os envolveram imediatamente por todos os lados, e ameaçou mandar matá-los se continuassem a insistir e não voltassem logo cada qual para a sua casa. A essas palavras, eles lançaram-se todos por terra e apresentaram-lhe a garganta descoberta, para mostrar que a observância de suas leis lhes era muito mais cara que a própria vida. Aquela constância e zelo tão ardentes pela religião causou tanto assombro a Pilatos que ele ordenou que se levassem os estandarte de Jeru­salém para Cesaréia.
771.  Em seguida, Pilatos tentou retirar dinheiro do tesouro sagrado para fazer vir a Jerusalém, pelos aquedutos, a água cujas nascentes distavam uns duzentos estádios. O povo ficou de tal modo revoltado que veio em grupos numerosos queixar-se e rogar-lhe que não continuasse aquele projeto. E, como acontece ordinariamente no meio de uma população exaltada, alguns chegaram de dizer-lhe palavras injuriosas. Ele ordenou então aos soldados que escondessem cacetes debaixo da túnica e rodeassem a multidão. Quando recomeçaram as injúrias, sinalizou aos soldados para que executassem o que havia determinado. Eles não somente obedeceram, como fizeram mais do que ele desejava, pois espancaram tanto os sediciosos quanto os indiferentes. Os judeus não estavam armados, e por isso muitos morreram e vários foram feridos. E a sedição terminou.
772.  Nesse mesmo tempo, apareceu JESUS, que era um homem sábio, se é que podemos considerá-lo simplesmente um homem, tão admiráveis eram as suas obras. Ele ensinava os que tinham prazer em ser instruídos na verdade e foi seguido não somente por muito judeus, mas também por muitos gentios. Ele era o CRISTO. Os mais ilustres dentre os de nossa nação acusaram-no perante Pilatos, e este ordenou que o crucificassem. Os que o haviam amado durante a sua vida não o abandonaram depois da morte. Ele lhes apareceu ressuscitado e vivo no terceiro dia, como os santos profetas haviam predito, dizendo também que ele faria muitos outros milagres. É dele que os cristãos, os quais vemos ainda hoje, tiraram o seu nome.


Obs: cada um tire suas conclusões e forme sua opinião... 

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RELAÇÃO DE TODOS OS SUMOS SACERDOTES DESDE AARÃO

Segundo Flavio Josefo

863. As obras do Templo, então, estavam terminadas; assim, dezoito mil ope­rários que ali eram empregados e pagos pontualmente, ficaram sem trabalho; os habitantes de Jerusalém, quiseram dar-lhes uma ocupação e um meio de vida; como eles nada desejavam conservar de todo o sagrado tesouro do Templo, para que os romanos dele não se apoderassem, propuseram ao rei Agripa reconstruir a galeria que está do lado do ocidente. Essa galeria estava fora do Templo, num profundo vale, tão profundo que seus muros tinham quatrocentas côvados de altura e eram construídos de pedra quadrada, muito branca, de vinte côvados de comprimento e de seis de grossura sendo ainda obra de Salomão, que, por pri­meiro, construíra o Templo. Mas Agripa, ao qual o imperador Cláudio tinha en­carregado de tudo o que se referia às reparações desse edifício sagrado, conside­rando a magnitude da empresa, tanto pelo tempo como pela quantidade de dinheiro que seria necessário empregar-se para isso e que, as maiores obras se destróem facilmente, não quis dar-lhes consentimento, mas permitiu-lhes, se o quisessem, mandar pavimentar sua cidade, com pedras brancas. Tirou em segui­da o sumo sacerdócio, a Jesus, filho da Gamaliel e o deu a Matias, filho de TeóFílon, sob cujo sacerdócio, a guerra dos judeus começou.
864.  A este propósito, julgo conveniente aqui a série dos sumos sacerdotes, elevados a esta honra até o fim desta a guerra. O primeiro foi Aarão, irmão de Moisés. Seus filhos sucederam-no e essa grande dignidade sempre permaneceu na sua família, sem que nenhum outro que não seus descendentes, nem mesmo reis, tenham sido escolhidos para exercê-lo. Houve oitenta e três, desde Aarão até Fanazo, que os sediciosos elevaram a esse cargo e treze dentre eles o tive­ram desde o tempo em que Moisés elevou um Tabernáculo a Deus no deserto até que o povo entrou na Judéia, onde Salomão construiu o Templo; no come­ço só se provia a essa dignidade depois da morte daquele que a exercia; mas, em seguida, foram substituídos, mesmo antes de morrer. Estes treze, eram to­dos descendentes dos filhos de Aarão e sucederam-se uns aos outros. O gover­no de nossa nação era então, aristocrático. A autoridade depois foi posta nas mãos de um só. Por fim, passou para a pessoa dos reis; havia seiscentos e doze anos que nossa nação tinha deixado o Egito, sob o comando de Moisés, quan­do Salomão construiu o Templo.
Dezoito outros grandes sacerdotes sucederam a estes treze, durante quatro­centos e sessenta e seis anos, seis meses e dez dias, que se passaram sob o reina­do dos reis, desde Salomão, até que Nabucodonosor, rei de Babilônia, depois de ter tomado Jerusalém e incendiado o Templo, levou o povo escravo para Babilônia e com eles, Josedeque, sumo sacerdote.
Depois do cativeiro de setenta e dois anos, Ciro, rei da Pérsia, permitiu aos judeus regressar ao seu país, reconstruir o Templo, sendo então Jesus, filho de Josedeque, sumo sacerdote. Quinze dos seus descendentes, todos sumos sacer­dotes, como ele, durante quatrocentos e quatorze anos governaram a República, até que o rei Antioco Eupator e Lísias, general de seu exército, tendo feito morrer Onias, em Beroé, o qual era sumo sacerdote, deram esse cargo a Jacim, da famí­lia de Aarão, não, porém, da mesma família, que o possuíra antes e dele privaram o filho de Onias, que tinha o seu mesmo nome. Esse jovem Onias foi para o Egito onde, tendo caído nas boas graças do rei Ptolomeu e da rainha Cleópatra, sua mulher, permitiram-lhe construir em Heliópolis, um Templo semelhante ao de Jerusalém, do qual ele foi feito sumo sacerdote, como já dissemos. Jacim morreu no fim de três anos e o sumo sacerdócio ficou vago durante sete anos. Quando nossa nação revoltou-se contra os macedônios e escolheu para príncipe os da família dos asmoneus,* Jônatas, um deles, foi escolhido com unânime consenti­mento, para exercer esse grande cargo. Exerceu-o por sete anos; Trifom fê-lo morrer à traição e Simão, seu irmão, sucedeu-o. Simão foi assassinado por seu genro num banquete e Hircano, seu filho, foi elevado àquela honra. Dela ficou de posse, durante trinta e um anos e morreu em idade muito avançada. Judas, seu filho, cognominado Aristóbulo, sucedeu-o e foi o primeiro que teve o título de rei. Só reinou um ano e Alexandre, seu irmão, sucedeu-o no reino e no sumo sacerdócio. Reinou vinte e sete anos e deixou ao morrer, Alexandra, sua mulher, como regente, com o poder de estabelecer no cargo de sumo sacerdote, aquele, dos filhos, que bem quisesse. Ela deu-o a Hircano, que o exerceu durante os nove anos em que ela reinou, mas depois que ela morreu, Aristóbulo, seu irmão, que era mais moço do que ele, fez-lhe guerra, venceu-o, obrigou-o a viver vida priva­da e usurpou-lhe ao mesmo tempo, o reino e o sumo sacerdócio. Gozou durante três anos de um e de outro, mas Pompeu, depois de ter tomado Jerusalém, le­vou-o prisioneiro a Roma, com seus filhos, e restabeleceu Hircano no cargo de sumo sacerdote e de príncipe do judeus, sem, todavia, dar-lhe o título de rei. Dele gozou durante vinte e três anos, além dos nove, de que falamos, mas, no fim desse tempo, Pacoro e Barzafarnes, generais do exército dos partos, vieram de além do Eufrates, fizeram-lhe guerra, levaram-no prisioneiro e constituíram rei dos judeus a Antígono, filho de Aristóbulo. Três anos e três meses depois, esse príncipe foi aprisionado em Jerusalém, por Herodes e por Sósio que o enviaram a Antônio, o qual lhe mandou cortar a cabeça em Antioquia.

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* Isto não está no grego, pois ali deve estar Judas, e não Jônatas, como se vê no artigo 491. Mas o que se diz em seguida de Jônatas é verdade, como se vê nos artigos 525 e529.

Herodes, feito rei pelos romanos, não escolheu mais, para sumos sacerdotes os da família dos asmoneus, mas honrava indiferentemente com esse cargo, os mes­mos sacerdotes e até outros menos ilustres, exceto quando o deu a Aristóbulo, neto de Hircano, aprisionado pelos partos e irmão de Mariana, sua mulher, por causa do afeto que o povo tinha por ele e do respeito que se conservava pela memória de Hircano. Mas ele via a simpatia que todos tinham por esse jovem príncipe; começou a sentir medo e, então, fê-lo afogar em Jerico, da maneira como descrevemos, e não quis mais elevar a essa honra a nenhum da família dos asmoneus. Arqueiau, filho de Herodes, e os romanos, que em seguida se tornaram senhores da Judéia, fizeram do mesmo modo. Assim, durante os cento e sete anos que se passaram desde o começo do reino de Herodes até o tempo em que Tito incen­diou Jerusalém e o Templo, houve vinte e oito sumos sacerdotes, alguns dos quais exerceram o cargo sob o reinado de Herodes. Depois da morte deste e de Arqueiau, a maneira de governar entre os de sua nação tornou-se aristocracia e eram os sumos sacerdotes que tinham a principal autoridade.


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A MORTE DE TIAGO, SEGUNDO FLAVIO JOSEFO

Capítulo 8
Albino sucede a Festo no governo da judéia e o rei Agripa dá e tira diversas vezes o sumo sacerdócio. Anano, sumo sacerdote, manda matar Tiago.


 Historiador do primeiro seculo Flavio Josefo

 856.  Morrendo Festo, Nero deu o governo da Judéia a Albino e o rei Agripa tirou o sumo sacerdócio de José para dá-lo a Anano. Anano, o pai, foi consi­derado como um dos homens mais felizes do mundo, pios gozou quanto quis dessa grande dignidade e teve cinco filhos que a possuíram também depois dele; o que jamais aconteceu a qualquer outro. Anano, um dos de que nós falamos agora, era homem ousado e empreendedor, da seita dos saduceus, que, como dissemos, são os mais severos de todos judeus e os mais rigorosos nos julgamentos. Ele aproveitou o tempo da morte de Festo, e Albino ainda não tinha chegado, para reunir um conselho, diante do qual fez comparecer Tiago, irmão de Jesus, chamado Cristo, e alguns outros; acusou-os de terem desobedecido às leis e os condenou ao apedrejamento. Esse ato desagradou muito a todos os habitantes de Jerusalém, que eram piedosos e tinham verda­deiro amor pela observância de nossas leis. Mandaram secretamente pedir ao rei Agripa que ordenasse a Anano, nada mais fazer de semelhante, pois o que ele fizera, não se podia desculpar. Alguns deles foram à presença de Albino, que então tinha partido de Alexandria, para informá-lo do que se havia passa­do e dizer-lhe que Anano não podia nem devia ter reunido aquele conselho sem sua licença. Ele aceitou estas desculpas e escreveu a Anano, encoleriza-do, ameaçando mandar castigá-lo. Agripa, vendo-o tão irritado, tirou-lhe o sumo sacerdócio, que exercera somente durante quatro meses, e a deu a Jesus, filho de Daneu.

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quarta-feira, 24 de maio de 2017

QUEM É, E COMO SER POVO DE DEUS????

DIZ A TORÁ:

E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra. Gênesis 12:3

A BENÇÃO É REAFIRMADA COM JACÓ 

E eis que o Senhor estava em cima dela, e disse: Eu sou o Senhor Deus de Abraão teu pai, e o Deus de Isaque; esta terra, em que estás deitado, darei a ti e à tua descendência;
E a tua descendência será como o pó da terra, e estender-se-á ao ocidente, e ao oriente, e ao norte, e ao sul, e em ti e na tua descendência serão benditas todas as famílias da terra;
Gênesis 28:13,14

JACÓ TEM SEU NOME MUDADO

O Anjo mudou o nome de Jacó para Israel que futuramente seriam o nome de seus descendentes. 
E disse-lhe Deus: O teu nome é Jacó; não te chamarás mais Jacó, mas Israel será o teu nome. E chamou-lhe Israel. Gênesis 35:10

JACÓ ADOTA DOIS NETOS EGÍPCIOS COMO FILHOS LEGÍTIMOS  

Obs: Hoje de acordo com a lei judaica um judeu de sangue é aquele que nasce de uma mãe judia, porem a Torá não diz assim.

Então disse Jacó a José: "O Deus Todo-poderoso apareceu-me em Luz, na terra de Canaã, e ali me abençoou,
dizendo: ‘Eu o farei prolífero e o multiplicarei. Farei de você uma comunidade de povos e darei esta terra por propriedade perpétua aos seus descendentes’.
"Agora, pois, os seus dois filhos que lhe nasceram no Egito, antes da minha vinda para cá, serão reconhecidos como meus; Efraim e Manassés serão meus, como são meus Rúben e Simeão.
Gênesis 48:3-5

O POVO QUE SAIU DO EGITO LIDERADO POR MOISÉS  

Grande multidão de estrangeiros de todo tipo seguiu com eles (Israel), além de grandes rebanhos, tanto de bois como de ovelhas e cabras. Êxodo 12:38

Obs: saíram pessoas de varias nações junto com o povo hebreu.


Deus disse a Moises ao saírem do Egito: 

Uma mesma lei haja para o natural e para o estrangeiro que peregrinar entre vós. Êxodo 12:49
Obs: só existe uma Torá para quem serve ao Deus de Israel.

A mesma instrução é repetida em toda a jornada no deserto.

Uma mesma lei tereis; assim será para o estrangeiro como para o natural; pois eu sou o Senhor vosso Deus. Levítico 24:22
Quando todo o povo chega no monte Sinai Deus faz um pacto com todos.    
E subiu Moisés a Deus, e o Senhor o chamou do monte, dizendo: Assim falarás à casa de Jacó, e anunciarás aos filhos de Israel:
Vós tendes visto o que fiz aos egípcios, como vos levei sobre asas de águias, e vos trouxe a mim;
Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, então sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos, porque toda a terra é minha.
E vós me sereis um reino sacerdotal e o povo santo. Estas são as palavras que falarás aos filhos de Israel.
Êxodo 19:3-6

Fica claro que quando o Eterno se refere aqui a todos, natural e o não natural que faz aliança com ele, é chamado de Israel. Quando o Eterno se refere apenas ao natural ele chama de a casa de Jacó. 
Obs: então ficou claro que o pacto feito no Sinai foi com todos os que aceitaram o Eterno com seu único Deus e guardaria a sua Torá, e ali no pé do monte Sinai estavam todos os que saíram do Egito. Conforme Êxodo 12:38.   

PREPARAÇÃO PARA ATRAVESSAR O JORDÃO E TOMAR POSSE DA TERRA DE CANAÃ

Vós todos estais hoje perante o Senhor vosso Deus; os capitães de vossas tribos, vossos anciãos, e os vossos oficiais, todos os homens de Israel;
Os vossos meninos, as vossas mulheres, e o estrangeiro que está no meio do vosso arraial; desde o rachador da vossa lenha até ao tirador da vossa água;
Para entrardes na aliança do Senhor teu Deus, e no seu juramento que o Senhor teu Deus hoje faz convosco;
Para que hoje te confirme por seu povo, e ele te seja por Deus, como te tem dito, e como jurou a teus pais, Abraão, Isaque e Jacó.
E não somente convosco faço esta aliança e este juramento;
Mas com aquele que hoje está aqui em pé conosco perante o Senhor nosso Deus, e com aquele que hoje não está aqui conosco.
Deuteronômio 29:10-15

O Eterno não fez e nem faz separação o que nos uni e nos faz seu povo é a obediência a Torá.
Quando o povo atravessou o Jordão o estrangeiro já estava enxertado nas 12 tribos e não eram mais chamados de estrangeiro, observe que a terra foi dividida entre as tribos e todos foram herdeiros, de acordo com a promessa feita a Abraão.       

Diz a Torá:

Não abominarás o edomeu, pois é teu irmão; nem abominarás o egípcio, pois estrangeiro foste na sua terra.
Os filhos que lhes nascerem na terceira geração, cada um deles entrará na congregação do Senhor.
Deuteronômio 23:7,8

Disse o Eterno pela boca do Profeta Isaías:

Assim diz o SENHOR: Guardai o juízo, e fazei justiça, porque a minha salvação está prestes a vir, e a minha justiça, para se manifestar.
Bem-aventurado o homem que fizer isto, e o filho do homem que lançar mão disto; que se guarda de profanar o sábado, e guarda a sua mão de fazer algum mal.
E não fale o filho do estrangeiro, que se houver unido ao Senhor, dizendo: Certamente o Senhor me separará do seu povo; nem tampouco diga o eunuco: Eis que sou uma árvore seca.
Isaías 56:1-3
Também os levarei ao meu santo monte, e os alegrarei na minha casa de oração; os seus holocaustos e os seus sacrifícios serão aceitos no meu altar; porque a minha casa será chamada casa de oração para todos os povos.
Assim diz o Senhor DEUS, que congrega os dispersos de Israel: Ainda ajuntarei outros aos que já se lhe ajuntaram.
Isaías 56:7,8

Yeshua disse que os filhos de Abraão guardam a Torá

Responderam, e disseram-lhe: Nosso pai é Abraão. Yeshua disse-lhes: Se fôsseis filhos de Abraão, faríeis as obras de Abraão. João 8:39

Abraão não perseguiu, não matou, nem acusou ninguém inocente, ele era obediente a Torá do Eterno mesmo antes dela ser outorgada no Sinai veja:

Porque Abraão me obedeceu e guardou meus preceitos, meus mandamentos, meus decretos e minhas leis". Gênesis 26:5 

GENEALOGIA  DE YESHUA

Salmom gerou Boaz, cuja mãe foi Raabe; Boaz gerou Obede, cuja mãe foi Rute; Obede gerou Jessé; e Jessé gerou o rei Davi. Davi gerou Salomão, cuja mãe tinha sido mulher de Urias; Mateus 1:5,6  

Na  genealogia de Yeshua, podemos observar que sua linhagem passa por Ruth a Moabita que foi a bisavó de Davi e Boaz que foi filho de Raabe a prostituta. Emtão o que podemos observar é que o homem é que ao longo dos tempos vem fazendo essa separação e não Deus.   
Concluindo
A Torá, os Profetas e os escritos dos Apóstolos nos mostra que o Eterno tem um povo, e qualquer pessoa de qualquer nação pode fazer parte de seu povo ou seja pode ser enxertado na Oliveira verdadeira (Israel). Veja: Romanos 11


Pois o Senhor, o seu Deus, é o Deus dos deuses e o Soberano dos soberanos, o grande Deus, poderoso e temível, que não age com parcialidade nem aceita suborno.
Ele defende a causa do órfão e da viúva e ama o estrangeiro, dando-lhe alimento e roupa.
Amem os estrangeiros, pois vocês mesmos foram estrangeiros no Egito.
Deuteronômio 10:17-19  

Shalom a todos !!!

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