domingo, 15 de outubro de 2017

MENSAGEM DE TSHUVA DA PARASHÁ BERESHIT



INTRODUÇÃO

O que é Teshuvá = Retornando a D'us
Teshuvá, é a palavra hebraica para arrependimento, possui três significados diferentes, embora entrelaçados.
Primeiro, denota "retorno" - uma volta a D'us e à Sua Vontade.
Segundo, significa "virar-se em direção", ou seja, tomar um rumo diferente e melhor na vida.
Terceiro, significa "resposta", uma reação a um chamado - que significa estar atento à Voz do Eterno. 
No seu nível mais simples, a Teshuvá, significa retornar a D'us - isto se traduz por fortalecer nossa fé e nossa prática vivendo de acordo com as leis (Torá), palavra de D’us.
Cada ser humano contém dentro de si uma chama divina, algo uma parte de D'us.
Observe: Gênesis 2:7  e  Ezequiel 18:4
 
MENSAGEM DE TSHUVÁ

A cada ano que estudamos a parashá ela nos traz uma mensagem diferente, e hoje o tema da mensagem é tshuvá em bereshit.

Primeiro analisaremos o verso 14 do capitulo 01 de bereshit/gênesis:

Disse também D-us: Haja luzeiros no firmamento dos céus, para fazerem separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais, para estações, para dias e anos.
Qual a mensagem de tshuvá no texto acima cita?
Observe: o Eterno estabeleceu sol e lua para que a humanidade pudesse ser guiada no tempo, observando estes astros para distinguir entre dias, meses e ano. O mundo atual abandonou essa instrução, que aparentemente não causa problema. Porem a falta de observância dessa instrução nos distancia do Criador. 

Veja o que diz o profeta Daniel: 7:25

Versão King James: Esse reino diferente falará contra o Supremo, oprimirá os seus santos e tentará alterar o calendário, as festas religiosas e as leis. Então, os santos serão entregues nas mãos dele por um, tempo, dois tempos e metade de um tempo.    

Versão Almeida corrigida: E proferirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a lei; e eles serão entregues na sua mão, por um tempo, e tempos, e a metade de um tempo.

O calendário, as festas religiosas e a lei, estão todas ligadas a instrução de Gn. Cap: 01 ver. 14
Temos que observar (retornar) as instruções que o Eterno estabeleceu desde a antiguidade. O Eterno estabeleceu na sua Torá o seu calendário e quando observamos, estamos cumprindo uma ordem de nosso D-us, toda semana devemos celebrar uma festa ao Criador (Shabat), todo mês devemos celebrar uma festa ao Criador e todos os anos devemos celebrar as festas fixas determinadas na Torá. Nm. 28: 11 a 31. E todas elas estão ligadas, aos astros que o Criador deixou para determinar os tempos dia, mês e ano para comemorarmos e nos manter conectado com ele. Os calendário dados por homens nos induz a adorar falsos deuses e nos distanciar do Criador dos céus e da terra.  
   
Veja o que disse o profeta Jeremias:

Jeremias 18:15: Contudo o meu povo se tem esquecido de mim, queimando incenso à vaidade, que os fez tropeçar nos seus caminhos, e nas veredas antigas, para que andassem por veredas afastadas, não aplainadas;
Jeremias 6:16: Assim diz o Eterno: Ponde-vos nos caminhos, e vede, e perguntai pelas veredas antigas, qual é o bom caminho, e andai por ele; e achareis descanso para as vossas almas; mas eles dizem: Não andaremos nele.
        Estude a Torá e deixe o Eterno falar no teu coração e reflita se você precisa fazer tshuvá (retorno) ao Criador e dono de tua as alma.   

CURIOSIDADE DA PARASHÁ BERESHIT: 

Genesis: Cap: 2:16 e 17:  E o D-us ETERNO lhe deu esta ordem: De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás.
A pergunta é Adão, morreu no dia em que comeu do fruto proibido?
Comentário: já ouvi de vários pregadores afirmado que sim, eles dizem que adão morreu espiritualmente, porém não tem fundamentação nas escrituras.
A minha resposta é sim, de acordo com Salmos, 90:4 Diz: Verdadeiramente, mil anos aos teus olhos, são como o dia de ontem, que já passou, e como as poucas horas das primeiras vigílias da noite.
Aqui o salmista diz que mil anos para nós é como um dia para D-us, veja também o que diz Pedro: Mas, amados, não ignoreis uma coisa, que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia. 2 Pedro 3:8
Entendeu? Agora veja com quantos anos adão morreu:
Gn. Cap: 5:5 Os dias todos da vida de Adão foram novecentos e trinta anos; e morreu.
Então isso confirma que Adão morreu no mesmo dia, no dia de D-us que é mil anos para nós.   


Postado por: beytdavi 
Uma grande Shalom desse humilde servo do Eterno !!!
Att: Jay  

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quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Flávio Josefo Historiador Judeu - Introdução

A importância da História
para se Compreender o Plano de Deus

Flávio Josefo é considerado um dos maiores historiadores de todos os tempos. Acha-se ele, devido à sua importância não so­mente aos judeus mas também a toda a humanidade, ao lado de Herodoto, Políbio e Estrabão. Embora não fosse profeta, e apesar de não contar com a inspiração dos escritores bíblicos, mostra-nos ele claramente como as pro­fecias do Antigo Testamento cumpriram-se na vida dos filhos de Abraão.
O que isto vem demonstrar? Que a história, qual solícita e amável serva dos desígnios divinos, tem como função realçar a intervenção do Todo-Poderoso nos negócios humanos. Vejamos, a seguir, como podemos definir a história. No Dicionário Teológico, assim a conceituamos:
"A palavra história é de origem grega. Vem de histor. "Aquele que sabe, que conhece, conhecedor da lei, juiz." Aprofundando-nos um pouco mais em sua etimologia, descobrimos que este vocábulo origina-se da raiz de um termo que significa conhecer: "id".
"Cientificamente, a História pode ser definidada como a narração metódi­ca dos principais fatos ocorridos na vida dos povos, em particular, e na vida da humanidade, em geral.
"Usada pela primeira vez por Herodoto (484-425 a.C), tinha a palavra história as seguintes conotações: informação, relatório, exposição.
Na mesma obra, discorremos ainda sobre a função da história:
"David Ben Gurion lia regularmente a História Universal. Por causa deste seu compromisso com o estudo das antigas civilizações, conforme disse, certa vez, ao escritor brasileiro, Érico Veríssimo, não tinha tempo para outros entrete­nimentos. Se pudéssemos perguntar ao fundador do Estado de Israel o por quê desta sua preferência, certamente responder-nos-ia com estas palavras de Cícero:
"Ignorar... o que aconteceu antes de termos nascido eqüivale a ser sempre cri­ança". Como um estadista não se deve portar infantilmente, punha-se Ben Gurion aos pés da História para não repisar as asneiras passadas.
"Desgraçadamente, bem poucos foram os governantes que se dedicaram ao exame do pretérito. Eis porque são tão lamentáveis nossas crônicas; e, nossas memórias, tão cruentas. Que lições de História assimilou Napoleão? Apenas aquelas que contavam as glórias de Alexandre? E, Hitler? Limitou-se a circunscrever-se às efemeridades do Império Romano? Isto é aprender História? Não! É repetir as idiotices de ontem com o nariz enterrado no dia anterior.
"Sendo didática a função primordial da História, com ela aprendemos a olhar o mundo de forma retrospectiva e perspectiva. Para que o primeiro olhar seja límpido, é mister que comecemos a estudar a História Universal pelas Sagra­das Escrituras. Afinal, teremos de responder a algumas perguntas que, embora simples, não deixam de ser complexas e intrincadas àqueles que ignoram os escritos hebreus e cristãos. Eis as perguntas que tanto nos desafiam: Quem criou o Universo? Quem foram nossos primeiros pais? Proviemos todos de um mesmo tronco genético? E: Foi realmente Deus quem nos criou?
"Das respostas a estas indagações é que se formarão nossas filosofias de vida e de governo.
"Quanto ao segundo olhar, é desnecessário dizer que ele depende essen­cialmente do primeiro. Só conseguiremos trafegar com segurança, se os nossos retrovisores não estiverem quebrados. Doutra forma: atropelaremos o futuro por não perceber que o presente é uma estrada de mão dupla; e, que os semáforos desta via tão irregular, nem sempre funcionam. Quando funcionam, o verde passa para o vermelho sem nenhuma contemplação. Mas quem aprende com a História Sagrada; e, da História Universal, faz-se discípulo (ambas são regidas pelo Altíssimo) sabe avançar e parar. Quando necessário, espera. Isto é aprender História: estar com os olhos no futuro, com o espírito no pretérito, e com o coração sempre presente".

A obra de Flávio Josefo é uma leitura obrigatória aos que desejam conhecer a história judaica, principalmente o período que marcou a segunda maior tragédia dos filhos de Abraão - a destruição do Santo Templo no ano 70 de nossa era. Neste relato, observamos, claramente, como a profecia de Mashiah, no que tange à ruína de Jerusalém, cumpriu-se nos mínimos detalhes. Embora Josefo não fosse nazareno/cristão, demonstrou de forma indireta estarem os nazarenos/cristãos mais do que certos em depositar sua confiança em Yeshua de Nazaré.
Josefo não se limitou à historiografia; foi um consumado artista da palavra. Num estilo vivido, demonstra quão preciosa é a herança espiritual, cultural e emocional dos hebreus. Tantos nas Antigüidades Judaicas, como na Guerra dos Judeus, vai desvendando as conquistas da alma israelita. É claro que, nas Antigüi­dades Judaicas, Josefo não agiu propriamente como historiador. Dando asas à imaginação, coletando o exotismo do folclore judaico e aferrando-se à hermenêutica dos anciãos, narrou a seu modo os fatos que compõem a história do Antigo Testamento. Na Guerra dos Judeus, porém, escreveu o que testemu­nhara ele ocularmente, pois atuou como um de seus personagens.

De qualquer forma, temos uma obra indispensável aos que se dedicam à história judaica. É uma leitura obrigatória aos que procuram saber os detalhes da desventura da nação judaica no ano 70 de nossa era.

Baixe o livro completo... e conheça a historia do povo de D-us.

LINQUE PARA BAIXAR O LIVRO: 

http://www.mediafire.com/file/jilbbi847qju7qj/FLAFIO+JOSEFO+AHistoria+Dos+Hebreus.PDF

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